quinta-feira, 28 de junho de 2012

Por vezes é facil falar em distancia quando não se tem alguém distante de nós... bem na verdade é mesmo facil falar disso. Mas por vezes a facilidade torna-se aos poucos e pouco cada vez mais difil quando amamos alguém e nesse alguem está longue de nós , longe dos nossos olhos...
Eu nunca pensei em dize isto mas é verdade, sinto-o dentro do meu ser... Tenho saudade do meu A, saudades dos atrofios e dos olhares...
A distância é cada vez mais evidente , duis anos passados e derrepente todo termina sem haver uma pequena explicação seja lá o que seja... enfim a vida é mesmo assim.

.......
Já se lá vai um mês de estagio , durante este mês tanta coisa aconteceu... foi operada de urgencia , conheci duis novos rapazes lá no estágio, o david mandou-me uma mensagem que me deixou pensativa  ... enfim e consegi diverti-me bastante com o meu colega neste ultimo dias. Foi um estágio para não esquecer sem duvida.

.....
não poço dizer que a sms do david não mecheu comigo porque mecheu , mas enfim á que levantar a cabeça e ser feliz sem ele.

sábado, 2 de junho de 2012

è tao estranho saber que el já não está cá em oliveira mas ainda continuo-o a ter as mesmas atitudes de todos os dias. Ainda passo perto do apartamento dele e procuro o carro nele, mesmo sabendo que não está lá. É estranho entrar naquela escola e não ver ninguém ter a noção das horas a que eles chegavam não os ver, as saudades já vão começando a fazer sentir-se a cada minuto que passa, a cada hora que chega o futuro torna-se mais perto, nesse futuro tantas e tantas coisas mudam.... O tmpo passou tão rápido e eu continuou sem saber o que fazer a minha vida.
Naquela manha do dia 1de junho de 2012 não pensei nele nem um bocadinho, foi a primeira vez desde aquele Janeiro de 2012. Consegui faze-lo graças a ajuda inconfundivel do meu grande colega de estagio, consegui passar a manha toda a rir. Mas nessa mesma tarde já não consegui não pensar nele, foi como se eu volta-se a fazer parte dele. Mandou-me uma sms a dizer: "E agora quando é voltamos a estar juntos?" no inicio fiquei sem saber o que responder ou dizer mas acabei por lhe dizer mas desde esse momento que voltei seriamente a pensar nele. Não sei se está bem ou se as coisas estão a correr como ele que, não sie nada apenas um aperto enorme no coração me faz sentir que estou viva e me faz sentir dor.

......
Já pensei em dizer adeus aquela escola para sempre anulando a matricula mas não consigo pois penso em todos os momento maravilhosos que lá passei os amigos que lá fiz e cada sorriso que lá consegui abrir. Com estas coisas vai-me falando a força para fazer a anulação.
.....
Fica aqui um sms que escrevi mas sem coragem para enviar:
"
Ainda te amo como no primeiro dia, ainda te desejo desde esse momento, ainda te quero como sempre te quis, já não te tenho se é que alguma vez te tive, ainda te venero como sempre te venerei, ainda te admiro por aquilo que eras e por aquilo em que te tornas-te, por muito que doa ainda te defendo porque acho que é justo, sempre te foi verdadeira e nunca traí, ainda consegues ser o meu vicio, sem ti não sou mais eu, mudas-te as minhas atitudes e fizeste-me acreditar que eu estava errada, és o meu presente mas não certo… Sofri muito quando tudo entre nós terminou mas agora estou bem. Sei que vale muito mais uma boa amizade do que uma relação que falha. Neste presente o futuro não me importa apenas sei que os amigos são para a vida e que tu serás certamente um que vai ficar para sempre: Pelos sorrisos, pelo companheirismo, pelas palermices, pelos atrófios, pelas lagrimas, pelo apoio…. PELA AMIZADE e confiança que conquistamos sem nos apercebermos que era isso que estávamos a fazer. Tenho apenas pena de nos estarem a afastar. Eu sei que as coisas nunca mais foram as mesmas desde aquele dia em que eu deitei tudo pelo cano, mas já não estavam tão negras como naquelas semanas que se seguiram. Já falávamos melhor, pelo menos já olhávamos um para o outro e já tínhamos aqueles atrófios marados e tivemos juntos naquele dia. Essa foi certamente a última vez que aconteceu.

Gostei de te conhecer e sei que vais ficar na minha lista de pessoas a quem eu sei que posso chamar de amigos!"
Bye: Flor De Lis

terça-feira, 15 de maio de 2012

Gostava de saber o porque de ele ainda mexer comigo, gostava que neste momento todo não passa-se apenas de um pesadelo e que aquela pita, puta armada em gente grande não fosse ficar alojada em casa da mãe dele. Não gosto da ideia de pensar no que pode acontecer durante aquele mês que se aproxima cada vez mais.
Sinseramente eu nem sei para que estou om tantas preocupações, se cometer alguma coisa não sou eu que tenho de levar com as consequências dos meu actos, é ele. É mais forte do que eu e não consigo controlar não são ciumes ele apenas ainda mexe comigo e não é assim tão pouco é normal que eu me tenha de preocupar. Além disto tudo o pior é que ela anda sempre agarradinha a ele e eu sei bem o que ela quer mas apesar de eu saber que ele nunca se iria envolver com uma pita tenho medo. Bem na verdade não sou eu que me tenho de preocupar até porque ele já nem anda comigo , mas na verdade eu sei que ainda mexo com ele tal como ele comigo e não é assim tão pouco com o que parece.

.....

Na hora de almoço apesar destes stress todos ainda me consegui divertir com a Tixa, o Leandro e com o Tiago. descubri um spot altamente para poder descançar e pensar na vida. Tiramos uma foto altamente com os nossos tennis todos junto... xiiiii curti bue.
Tirando a parte que deixei cair um cafe em cima dos tennis quando me contaram a situação do estagio.

....

Também hoje foi ah escola o homenzinho da carllos vinconti para tirar as medidas para os fatos do pessoal de turismo, não sei porque mas estou a imaginar certos alunos daquela turma de fato, gravata e sapatinhos. Tipo Nuno Caçapo, Ivo Rafael entre outros mas em duvida que imagino o Caçapo de fato com aquele cabelão e com aquela barva que parece nem sei bem o que ... loool
tou memso a ver tou tou.

....

Ultimamente os meu sonhos teem sido todos com o David gostava de saber se ele está bem ou mal. Tenho tantas saudades dele e a inda por cima não responde a nenhuma das mensagens que enviou. Não sei se está bem ou mal se ainda anda pelos lados de OHP ou então já basou. Ah um ano atrás ninguém me disse que isto ia acontecer depois de todos os juramento de amizade que fizemos um ao outro veem alguém e separanos. não ah dia nenhum que eu não pense nele, não pelo sentimento de amor que tive por ele (esse já passou) , mas sim pelo sentimento de amizade que nos unia e nunca morreu mesmo quando perdemos o contacto. ( conhemo-nos desde os três anos de idade não é nenhuma bricadeira) , sem duvida que no inicio coutou bastante não conseguir poder falar com ele mas agora já não doi tanto como isso.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Como gostava que tudo fosse de maneira diferente: as actitudes dele para comigo, as bocas que certas pessoas mandam sobre ele... enfim se eu podesse mudaria tudo.

.....
Falando de outras coisas GEI ganhou contra Turismo 1º ano por 9-1, mas não gostei do resultado ( consegui superar-me a mim própria , ficar triste po GEI ter ganho) preferia que Turismo tivesse ganho Pois Apesar de GEI ter ganho felo sem esforço nenhum, sem luta e não dá pica nenhuma ver um jogo em que uma equipa ganha sem dar luta nenhuma. Não é justo além disso a defesa de Turismo falhou bastante e um Guarda-redes não pode fazer tudo sosinho.

........
O estágio está ai a chegar, faltam apenas três semanas. :( Parte má não o vou poder ver durante Junho, Julho e Agosto ( e por aquilo que ouvi em Setembro também não , ou talvés nunca mais mesmo :( ele vai estagiar lá para a Terrinha dele e não vai sosinho, vão mais uma colega e um colega com ele mas vão ficar todos ospedados em casa da mãe dele ( Baaaahhh!!!! devia ser eu a ir), mas nem tudo é mau o soficiente vou ficar-me pelos lados de OHP e assim vou poder ver a Tixa ( a mana do coração) todos os dias e aproveitar o resto de cada minuto e dia que estou com ele pois será a ultima vez que a vou poder ver tudos os dias , mas sei que vou poder contar sempre com ela mesmo que estejamos longe.

...............

Falando em Tixa e para acabar este dias sem ela foram uma seca do tamanho do mundo, já não sei o que é estar naquela escola sem a presença dela. ( enfim não sei o que vai ser de mim sem ela po ano.)

terça-feira, 8 de maio de 2012

As vezes é mesmo melhor ignorar certas pessoas, pessoas essas que nos maguaram tanto e ainda se atiram a nós novamente ah força toda.O pior e o que mais custa é saber que essa pessoa se anda a atirar e a tentara dar a volta á pessoa mais importante que conheci nesta escola.... a minha mana do coração.
Custa tanto sabre o que ela está a passar com ele e saber que o que me aconteceu a mim podia ter acontecido a ela. Bahhh.
Amanha é o grande derbi lá da escola ( para mim é um certamente) joga GEI com Turismo 1º ano. No inicio nem queria muito ir ver o jogo mas o Tiago e a Tixa lá me convesseram a ir, bem o que pode simplesmente acontecer? O mais provavel é eu sair de lá com uma grande desiluzão pois se Turismo ganhar vou ficar triste por GEI ter perdiddo mas por contrapartida se Turismo vou ficar com raiva por GEI ter derrotado Turismo (axo que é evidente porque).


........

Ultimamente tenho-me lembrado bastante de uma pessoa que me marcou bastante mas que imfelismente já não vejo ah bué e perdi o contacto dele. Ele foi o meu melhor amigo e a pessoa que mais me apoiou e esteve ao meu lado quando mais ninguém o fez. Nunca me passou pela cabeça dizer isto mas ... tenho saudades dele, das vezes que ficavamos acorados até bastante tarde a falar por sms e que nunca eram demias as palavras para descrever a nossa amizade. :( Gostava tanto de saber o que se passa com ele, saber se está tudo bem com ele e de lhe poder contar que sinto a falta deles nos momentos mais dificeis. Xiiii que saudades David!


.......

terça-feira, 3 de abril de 2012

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.

Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.

Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.

Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.

(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)

Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.

(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)

Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente

Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.

Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.

Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,

Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.

Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.

Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.

Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.

(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.

Álvaro de Campos, 15-1-1928


domingo, 1 de abril de 2012

O meu SLB consegui derrotar o Braga e mais uma vez como de custume o Braga não ganhou na Luz.
Ontem(ainda não era meia noite) ele veio ao sanzalla e pela primeira vez ele esteve lá no mesmo dia que eu. Ele olhava para a minha mesa numa de querer desfarçar o olhar  mas era sempre apanhado pelo meu.Olhava e muitas das vezes ainda sorriu. Eu numa de provocar começei a fumar qd ele olhava, não gostou muito da ideia.Temso pena, tenho 18 anos, se ele antes me podia dizer para não o fazer porque andavamos agora não.
Eu sei que o que fiz não foi o correcto e se quero voltar a andar com ele não vai ser com estas cenas que vou conseguir.
Bem ja passava bastante da meia noite quando ele se começou a preocupar comigo( tarde demais o mal já estava feito e não havia nada a fazer) começou a mandar mensagens a perguntar quem eram as pessoas que estavam comigo na mesa e se as raparigas eram muito novas. Lixou-se porque eu disse que sim que eram(não fiz por mal , apenas não quero que nenhuma das minha amigas se envolva com ele pa depois não sofrer como eu estou). Depois começou  a juntar-se muita gente e deixei de o ver , mas quando vim embora tive de passar á frente dele e as coisas não correram muito bem , começou a olhar-me de alto a baixo... Acabamos por vir embora porque o bar tava a enxer muito. Tive pena dele não ter aparecido ah duas semanas atras para podermos exclarecer tudo(agora já está esclarecido). Mas sem dúvida que foi uma noite animada na companhia dos meus "primos"(foi o que lhe disse quando me perguntou quem eram as pessoas que estavam comigo na mesa) e acabei por ver o meu grandioso SLB a ganhar mais uma vez, com grande prestigio e depois de um esforçado jogo contra aqueles Minhotos.